Governador Tarcísio Gomes de Freitas e o ex-ministro Fernando Haddad duelam pelo governo de SP (Fotos: João Valério/Governo de SP e Ricardo Stuckert/PR)
Cláudio Humberto –
O levantamento de ontem do Paraná Pesquisas restabeleceu a sensatez em São Paulo, desfazendo a lorota divulgada pelo Datafolha em 13 de julho, atribuindo 13% a três desconhecidos candidatos de extrema-esquerda, criando um “empate técnico”. A conta foi de padeiro: “13%” dos extremistas, mais os 30% de Haddad (PT) davam 43% à esquerda contra 46% da direita liderada por Tarcísio de Freitas (Rep). A diferença era a “margem de erro” de 3%. Fez-se, assim, o “milagre do empate técnico”.
A conta certa
Na verdade, de acordo com o Paraná Pesquisas, os candidatos do PSTU (1,7%), PCB (1,1%) e UP (0,9%) totalizam apenas 3,7%. E olhe lá.
A disputa real
Os extremistas são tão irrelevantes que o Paraná simula também primeiro turno envolvendo apenas Tarcísio (51,8%) e Haddad (38,3%).
Presencial
A pesquisa que desfez o “empate técnico” ouviu entre 25 e 28 deste mês 1680 eleitores de 79 municípios e foi registrada no TSE: SP-04624/2026.
Livres para
Enquanto pesquisas motivam questionamentos, cresce a resistência de institutos importantes à decisão do TSE de premiar os que mais acertam.