Região

Rede estadual prepara protocolo de biossegurança para retorno das aulas presenciais

Suspensão de aulas presenciais termina em 30 de junho, mas prazo pode ser prorrogado

Com as aulas presenciais suspensas até o dia 30 de junho, Secretaria Estadual de Educação prepara um protocolo, com orientações e normas de biossegurança para o retorno dos estudantes às escolas, segundo informou a secretária estadual da pasta, Maria Cecília, nesta segunda-feira (1º).

Apesar do prazo de suspensão terminar em 30 de junho, ele pode ser novamente prorrogado, devido à pandemia do coronavírus. No entanto, SED já trabalha com protocolos para o retorno das aulas presenciais, quando houver autorização do secretário de Saúde e de comitê que trata do assunto.

“É um protocolo muito minucioso que vai trabalhar sobre a biossegurança, como os alunos vão se portar e nós também ao recebê-los, como acolhê-los, um acolhimento muito afetivo e efetivo e a questão da recuperação da aprendizagem. Cada aluno vai chegar num tempo, então tem um protocolo passo a passo para que a família possa acompanhar esse retorno e que a gente possa de uma certa maneira estar recuperando a aprendizagem de alguns estudantes”, disse Maria Cecília.

Desde o dia 23 de março, alunos, professores e todo o sistema precisaram se adaptar às medidas de isolamento social por causa do coronavírus, utilizando estratégia de aprendizagem de forma remota para os 210 mil alunos da rede.    

Durante o período em que as escolas estão fechadas, o ano letivo segue com aulas remotas, com uso do Google Classroom e transmissão de aulas via canal de televisão digital aberto. Férias que ocorrem no meio do ano também foram antecipadas para maio.  

Avaliação feita apontou que, pelas ferramentas online, o alcance do conteúdo não é satisfatório e, diante da dificuldade enfrentada pela situação atípica, secretária pediu que os estudantes continuem acompanhando as aulas à distância e não abandonem o ano letivo.

“Não abandonem a escola nesse momento. Todo mundo está fazendo de tudo para que a gente não perca esse ano, a evasão nos países que estão voltando está sendo muito grande, mas no Brasil pode ser diferente e Mato Grosso do Sul mais diferente ainda se a gente insistir e não desanimar de que vamos perder o ano, nós não vamos perder o ano, não teremos um ano igual aos outros, porque ninguém substitui a escola e nem o professor, mas a gente vai com foco em alguns temas pontuais da aprendizagem vamos dar conta de terminar esse ano”, disse.

Com informações: Correio do Estado

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