Região

Diagnóstico de Covid-19 poderá ser feito sem a realização de testes em MS

O diagnóstico de caso positivo da Covid-19 poderá ser feito sem a realização de testes, a partir de amanhã (10), em Mato Grosso do Sul.

Informação foi repassada hoje pela secretária adjunta de Saúde, Christine Maymone, em live realizada pelo Facebook.

Conforme Christine, médicos poderão registrar o caso clinicamente como positivo com base em vários critérios.

“Nós fazemos os casos sem encerramento a partir das normativas do Ministério da Saúde, que agora agregou novas normativas de confirmação de diagnóstico, ou seja, você não precisa necessariamente de uma confirmação laboratorial, seja de RT-PCR, seja de teste rápido”, disse.

Segundo ela, o paciente com suspeita poderá ser diagnosticado através de uma consulta médica.  

“Se ele [paciente] passar por um médico, tiver consulta com médico assistente e ele registrar o caso clinicamente, ou também por raio-x e tomografia de tórax, este ou outro tipo de exame, essa situação é considerada encerrada como confirmada por outros tipos critérios, critérios clínicos, critério clínico-epidemiológico e também critério que você tem uma diagnose terapêutica”, explicou.

Atualmente, o paciente com suspeita da doença precisa realizar teste para confirmação ou não da doença.

No Estado, são três tipos de testes, que podem ser realizados em laboratórios, farmácias, hospitais e nos drive-thrus, sendo o RT-PCR, o sorológico e o teste rápido.

O RT-PCR é o que localiza se o vírus está ativo no organismo. Ele é feito atrás de coleta no nariz e garganta do paciente, com um swab, espécie de cotonete.

O teste sorológico é realizado por meio de exame de sangue e detecta se há ou não a formação de anticorpos no organismo da pessoa examinada.  

Teste rápido também detecta a presença de anticorpos, com a coleta de uma pequena amostra de sangue no dedo.  

Conforme a secretária adjunta, a partir de amanhã os municípios do Estado começam a rever suas bases e alguns dados serão agregados com os novos critérios.  

“Assim como todas as outras arboviroses que já tivemos, começamos sempre por uma confirmação laboratorial e a partir das normas do Ministério da Saúde a gente vai se adequando e trazendo os novos ajustes que estão sendo feitos”, concluiu.

Com informações: Correio do Estado

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