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Carta à Pfizer expõe inabilidade na gestão de Bolsonaro, dizem especialistas

As críticas públicas da gestão Jair Bolsonaro à proposta da Pfizer para venda de vacinas contra covid-19 foram vistas por especialistas como atestado da inabilidade em pôr de pé um plano amplo e eficiente de imunização.

O temor agora é que a guerra de narrativas afaste outras farmacêuticas com quem o Ministério da Saúde ainda poderia obter mais doses, num momento de alta de casos e óbitos.

A pasta de Eduardo Pazuello divulgou no sábado nota acusando a Pfizer de buscar “marketing” na negociação e indicou pontos que, na visão do governo, pesaram contra o acordo com a farmacêutica americana.

Esses obstáculos são contestados por especialistas. A Pfizer não comenta.

A sucessão de trapalhadas do governo na pandemia levou partidos a discutirem o impeachment do presidente da República.

Uma semana após a vacinação do primeiro brasileiro, o país conseguiu imunizar aproximadamente 700 mil pessoas contra a COVID-19, o que corresponde apenas a 0,33% da população. A quantidade de vacinados poderia ser mais significativa caso o Governo Federal não tivesse rejeitado a oferta de 70 milhões de doses do imunizante desenvolvido e produzido pela empresa americana Pfizer juntamente com a alemã BioNTech.

Com informações: Istoedinheiro

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