Henry Borel, garotinho de 4 anos espancado até a morte pelo padrasto, com omissão da mãe.
“É a justiça transformada em militância identitária”, afirma o enojado procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro
Rocha Monteiro combate o crime no Rio de Janeiro há 40 anos e nunca viu nada parecido: “É a justiça transformada em militância identitária.”
O assassino tomou 43 anos, o que lhe dá o direito a recurso, e a mãe cúmplice, que foi ao salão após o enterro, é “vítima da cultura patriarcal”.

Marcelo Rocha Monteiro, procurador de Justiça.
Revoltaram o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) alegações de gênero para perdoar ré condenada por omissão no assassinato do próprio filho.