Nesta quinta-feira (26), a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), após muito tumulto e agressões físicas e verbais, aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Lulinha é o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A CPMI investiga suspeitas de fraudes e descontos indevidos em benefícios do INSS. A quebra de sigilo autoriza que a comissão tenha acesso a movimentações financeiras, declarações fiscais e contratos relacionados ao investigado.
A pergunta que ecoa pelo Brasil é: Se o filho do presidente não tem nada a esconder, por que os políticos e políticas do PT (Partido dos Trabalhadores), estão lutando tanto para impedir o acesso a estas informações?
Sabendo que qualquer cidadão ou cidadã brasileira está sujeito a quebra de sigilos, quando a justiça determinar, então o que torna o Lulinha diferente dos outros?
Lembrando que até o momento não há nada que possa incriminar o filho do presidente Lula, é apenas mais um passo no processo de investigação da CPMI… Quem não deve, não teme.
A defesa de Lulinha garante que ele não faz parte de nenhum esquema de fraude do INSS, “Mas a quebra de sigilo não é necessária”.
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