Caminhão sendo carregado com laranjas em Limeira (SP)
Levantamento do Fundecitrus mostram que colheita de laranja nas principais regiões produtoras do Brasil será 0,7% menor do que o projetado anteriormente
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A redução da safra se deve à diminuição do tamanho médio das laranjas das variedades tardias Valência, Folha Murcha e Natal, devido a chuvas menos volumosas do que a média histórica entre maio do ano passado e janeiro de 2026 nas regiões produtoras, disse o Fundecitrus em nota.
Apesar da redução, a principal região produtora de laranja do Brasil, maior produtor exportador de suco da fruta, deverá ver uma recuperação importante na comparação com a safra passada, que somou 230,87 milhões de caixas de 40,8 kg, sendo segunda menor dos últimos 37 anos, por condições climáticas adversas e avanço da doença greening.
“A redução foi atribuída às variedades tardias, cujos frutos não apresentaram o crescimento esperado devido à escassez de chuva”, afirmou.
“Quando analisada por setor, a taxa de queda de frutos acompanha a incidência e a severidade do greening, sendo mais intensa nos setores Sul, Centro e Sudoeste e menos intensa nos setores Noroeste e, principalmente, Norte”, afirmou o Fundecitrus.