Conheça a mineradora brasileira de terras raras que fechou acordo de quase R$ 3 bi com os EUA

(Crédito: Divulgação)

A mina da Serra Verde, de capital fechado, é rica em terras raras pesadas, ao contrário de muitos outros depósitos ocidentais

istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao

O Grupo Serra Verde, único produtor em larga escala de terras raras pesadas críticas fora da Ásia, anunciou um financiamento de US$ 565 milhões (R$ 2,9 bilhões) com a Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (DFC), incluindo uma opção que confere ao Governo dos Estados Unidos o direito de adquirir uma participação acionária minoritária na Serra Verde.

O acordo faz parte de um amplo pacote anunciado na quarta-feira pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, para criar um bloco comercial preferencial para minerais críticos e definir preços mínimos, à medida que Washington intensifica os esforços para diminuir o controle da China sobre materiais essenciais para a manufatura avançada.

O financiamento confirma a posição de liderança estratégica da companhia nesse mercado com um portfólio de produtos com elevada concentração de terras raras pesadas (HREEs). Como pioneira comprovada na produção de terras raras pesadas fora da Ásia, a companhia afirma que está em posição singular para atender uma ampla gama de setores considerados essenciais para a segurança econômica e nacional.

A empresa iniciou a produção comercial no início de 2024 em Minaçu, no Estado de Goiás, e ainda não atingiu a produção total, que deve ser de cerca de 6.500 toneladas de óxidos de terras raras por ano até 2027. Saiba mais sobre a empresa aqui.

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